O Instituto Rota do Escravo:
O INSTITUTO ROTA DO ESCRAVO é uma pessoa jurídica de direito privado, constituída em 18 de dezembro de 2006 sob a forma de associação civil sem fins lucrativos ou de fins não econômicos, sem vínculos políticos ou religiosos, regida por este Estatuto Social e pelas disposições legais aplicáveis.
O INSTITUTO ROTA DO ESCRAVO tem sede e foro na cidade de Piquete, Estado de São Paulo, podendo manter escritórios ou representações em outras localidades do País.
O INSTITUTO ROTA DO ESCRAVO é uma entidade que busca através da cultura, educação e turismo cultural, resgatar e manter elementos da cultura afro-brasileira, de iniciativa particular, de fomento social, de caráter científico, cultural, assistencial e filantrópico.
São objetivos do Instituto Rota do Escravo:
Difundir a cultura afro-brasileira e sua conciliação com as demais culturas existentes no país.
Propugnar pela restauração e preservação da Memória Afro-Brasileira em defesa do seu patrimônio histórico, artístico, arquitetônico e cultural e sítios históricos de importância vital para a manutenção da cultura afrobrasileira, como terreiros, igrejas, irmandades e áreas remanescentes de quilombos.
Trabalhar pela liberdade de expressão do pensamento e da informação, sob todas as formas de comunicação, na prospecção da cultura Afro-Brasileira.
Desenvolver e manter intercâmbio, entendimentos e acordos com autoridades, entidades culturais, científicas, artísticas e empresas de comunicação social, visando melhorar seus objetivos.
Representar os interesses Afro-Brasileiros junto às entidades congêneres de outros países ou internacionais, em eventos promovidos por órgãos governamentais ou não governamentais.
Pleitear junto ao Governo a inclusão de representantes dos interesses Afro-Brasileiros, designados pelo INSTITUTO ROTA DO ESCRAVO, para integrar delegações oficiais a congressos ou certames internacionais de interesse cultural.
Promover a realização de congressos nacionais ou internacionais, seminários, simpósios, certames e reuniões de caráter regional, a fim de atender, também, aos interesses peculiares de associados de outros centros urbanos.
Cultuar a memória daqueles que elevaram a cultura Afro-Brasileira, deixando-nos a herança do seu idealismo e do seu trabalho.
Difundir o papel desempenhado pela comunidade Afro-Brasileira nos acontecimentos históricos do país, especialmente os que se referem à união, ao desenvolvimento, à educação, à cultura e à integração nacional.
Desenvolver projetos, isolada ou conjuntamente as demais instituições similares, nacionais ou estrangeiras, governamentais ou não governamentais, com fins de captação de recursos a serem exclusivamente destinados ao desenvolvimento, aperfeiçoamento, difusão, restauração e preservação da cultura e patrimônio afro-brasileiro.
Estimular, reconhecer e valorizar as iniciativas que visem o benefício irrestrito da cultura afro-brasileira.
Desenvolver de atividades de pesquisa e projetos, que sustentem iniciativas privadas ou governamentais com vistas à conservação e perpetuação da cultura afro-brasileira.
Pesquisar e desenvolver estudos sociais, históricos e geográficos que resgatem as raízes da cultura africana e sua disseminação no Estado Brasileiro.
Incentivar e difundir o turismo étnico-cultural ligado à cultura afro-brasileira.
Prospecções das atividades do Instituto Rota do Escravo:
Capacitação das comunidades negras tradicionais para atividades de produção artesanal voltada para o Turismo, compreendendo: artesanato em cerâmica, tear, crochê, bordados, entre outros.
Incentivar e realizar seminários e capacitação para a produção gastronômica com foco na gastronomia afrobrasileira.
Produção de um manual (Guia da Rota do Escravo) para orientar ações de desenvolvimento do turismo.
Produção de material gráfico (livro) da Rota do Escravo com fotos e textos sobre os roteiros.
Produção de material gráfico (livro) de Gastronomia: A Mão Negra na Culinária do Coneleste Paulista.
Produtos Segmentados:
Culinária e gastronomia – produção local dos roteiros visitados
Doce de banana, pimentas e farinha de mandioca (Comunidades Quilombolas de Ubatuba e São Bento do Sapucaí).
Geléias, compotas, licores, doces de massa, biscoitos, bombons e paçoca (Guaratinguetá, Tremembé, Piquete).
Café e Cachaça (Pindamonhangaba, Tremembé e Guaratinguetá).
Arte e Artesanato
Crochê, peças artesanais produzidas com elementos da natureza como conchas, pedras, sementes, folhas e cascas de bananeiras (Comunidades Quilombolas).
Cerâmica – Cooperativas de